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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Aleitamento Materno: Uma prova de amor ao seu filho !!!


A amamentação supre todas as necessidades dos primeiros meses de vida, para o bebê crescer e se desenvolver sadio.
leite materno é alimento completo porque:
Contém vitaminas, minerais, gorduras, açúcares, proteínas, todos apropriados para o organismo do bebê;
Possui muitas substâncias nutritivas e de defesa, que não se encontram no leite de vaca e em nenhum outro leite;
O leite da mãe é adequado, completo, equilibrado e sufi ciente para o seu fi lho. Ele é um alimento ideal.
Não existe leite fraco;
É feito especialmente para o estômago da criança, portanto de mais fácil digestão.
O leite materno dá proteção contra doenças porque:
Só ele tem substâncias que protegem o bebê contra doenças como: diarréia (que pode causar desidratação, desnutrição e morte), pneumonias, infecção de ouvido, alergias e muitas outras doenças;
O bebê que mama no peito poderá evacuar toda vez que mamar, ou passar até uma semana sem evacuar. O cocô geralmente é mole.
O leite materno é limpo e pronto:
Não apanha sujeira como a mamadeira;
Está pronto a qualquer hora, na temperatura certa para o bebê;
Não precisa ser comprado.
Dar de mamar é um ato de amor e carinho:
Faz o bebê sentir-se querido, seguro.
Dar de mamar ajuda na prevenção de defeitos na oclusão (fechamento) dos dentes, diminui a incidência de cáries e problemas na fala.
Bebês que mamam no peito apresentam melhor crescimento e desenvolvimento. Trabalhos científi cos identifi cam que essas crianças são mais inteligentes.
Ele é o alimento ideal, não sendo necessário oferecer água, chá e nenhum outro alimento até os seis meses de idade


VANTAGENS PARA A MÃE, O PAI E A FAMÍLIA

Aumenta os laços afetivos.
Os olhos nos olhos e o contato contínuo entre mãe e fi lho fortalecem os laços afetivos, e o envolvimento do pai e familiares favorece o prolongamento da amamentação.
Amamentar logo que o bebê nasce diminui o sangramento da mãe após o parto e faz o útero voltar mais rápido ao tamanho normal, e a diminuição do sangramento previne a anemia materna.
Quando o bebê suga adequadamente, a mãe produz dois tipos de substância:
Prolactina, que faz os peitos produzirem o leite, e Ocitocina, que libera o leite e faz o útero se contrair, diminuindo o sangramento.
Portanto, o bebê deve ser colocado no peito logo após o nascimento, ainda na sala de parto.
É um método natural de planejamento familiar.
A amamentação constitui um ótimo meio de evitar uma nova gravidez. Isto se consegue quando 3 condições ocorrem: a mãe ainda não menstruou após o parto, o bebê tem menos de 6 meses e a amamentação é exclusiva durante o dia e também durante a noite.
Até o sexto mês, dar somente o peito. O bebê deve mamar sempre que quiser, inclusive durante a madrugada. Isto diminui a chance de nova gravidez se a mãe ainda não menstruou. Desta maneira, o seu
corpo continua produzindo quantidade sufi ciente de hormônios que ajudam a evitar fi lhos.
Diminui o risco de câncer de mama e ovários.
Estudos em populações demonstraram que quanto mais a mulher amamenta, menor o risco de câncer de mama e ovários, quanto maior for o tempo de amamentação.
É econômico e prático.
Evita gastos com leite, mamadeiras, bicos, materiais de limpeza, gás, água, etc. Está sempre pronto, na temperatura ideal. Não exige preparo.

Fontes:

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Obesidade Infantil...Família em alerta !


Para Borba, o tratamento da obesidade quando essa está associada a determinantes externos, de certa forma é mais complicado, uma vez que, seu princípio é o comportamento, o estilo de vida da pessoa. Assim os hábitos de vida devem ser modificados, para um estilo saudável. A autora nos traz ainda que as possíveis causas do sobrepeso infantil sejam muitas, e estão entre elas o perfil alimentar dessas crianças com o alto consumo de alimentos ricos em gorduras e alto valor calórico, pouca ou nenhuma prática de atividade física, deixando explícito que o sobrepeso infantil está de forma bem significativa associado ao estilo de vida e aos hábitos alimentares, pois a preferência alimentar das crianças são os alimentos com alto teor de gordura e açúcar.
De acordo com a mesma, o sobrepeso na criança é um problema de saúde muito delicado quando se refere ao tratamento, pois é imprescindível que ocorra a participação da família, além de que o uso de terapia medicamentosa para inibir o apetite não é aconselhável. Assim, quanto mais cedo ocorrer o diagnóstico e a prevenção do sobrepeso, melhor será seu controle, além de que o cuidador deve sempre estar atento a observar a alimentação, sem esquecer que a criança fisicamente ativa gera melhora também para sua vida social e emocional, desenvolvimento motor e crescimento.



Fontes:
  1.  Borba. Patrícia de Carvalho Silva, A importância da atividade física lúdica no tratamento da obesidade infantil.
  2. http://www.aboaterra.com.br/artigos/?id=414
  3. http://nutricionistaclarissezanette.blogspot.com/2010/06/sindrome-do-fofao.html

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Vacina Contra Gripe 2011



As complicações da influenza (pneumonias bacterianas ou agravamento de doenças crônicas já existentes, como diabetes e hipertensão) são mais comuns nesses grupos - idosos e crianças com idade entre seis meses e dois anos, além das gestantes, que também são muito vulneráveis. Neste caso, a principal forma de prevenção é a vacinação. A meta do Ministério da Saúde, estados e municípios é vacinar 80% da população alvo, o que representa cerca de 23,8 milhões de pessoas.

“A vacina é segura para todos. Não oferece risco algum. A maioria das reações adversas é leve, como dor e sensibilidade no local da injeção. Somente quem tem alergia a ovo não pode tomar a vacina”, garantiu o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. O secretário também esclareceu uma dúvida comum na população: “É impossível pegar gripe pela vacina, como algumas pessoas costumam afirmar. O vírus usado nesta vacina é inativado”.

VACINAÇÃO DE CRIANÇAS Os pais devem levar as crianças duas vezes aos postos de vacinação, quando será aplicada meia dose em cada vez. É essencial que a criança retorne ao posto de saúde 30 dias após receber a primeira dose da vacina para que seja aplicada, então, a segunda dose.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza vem contribuindo, ao longo dos anos, para a prevenção da gripe e suas complicações, além de causar um impacto considerável na redução das internações hospitalares, óbitos e gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias.

Na população com mais de 60, estudos demonstram que a vacinação pode reduzir em até 45% o número de hospitalizações por pneumonias. Entre os residentes em casas de repousos e/ou asilos, a redução na mortalidade chega a 60%.

Para a realização da campanha o Ministério da Saúde distribuiu cerca de 33 milhões de doses da vacina contra a influenza, ao custo de R$ 229 milhões. A esse investimento somam-se os recursos das transferências fundo a fundo realizadas para as secretarias de saúde estaduais e municipais, que podem aplicá-los na aquisição de seringas, agulhas e outras despesas. A campanha conta ainda com recursos das próprias secretarias, possibilitando o funcionamento de aproximadamente 65 mil postos de vacinação.

SERVIÇO

Quem será vacinado
Toda a população de 60 anos ou mais, toda a população indígena (acima de 6 meses de vida), crianças com idade entre seis meses e dois anos, gestantes e profissionais de saúde.

Contraindicações Não deve tomar a vacina quem tem alergia à proteína do ovo. Pessoas com deficiência na produção de anticorpos, seja por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, devem consultar o médico primeiro.

UF
PÚBLICO ALVO DA CAMPANHA
ESTIMATIVA DE DOSES PARA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA INFLUENZA - 2011
RO
              197.303
           215.650
AC
              109.084
           119.230
AM
              563.057
           615.420
RR
              103.773
           113.420
PA
              992.972
        1.085.320
AP
                84.344
             92.190
TO
              195.240
           213.400
NORTE
           2.245.772
        2.454.630
MA
              932.013
        1.018.690
PI
              459.259
           501.970
CE
           1.268.205
        1.386.150
RN
              466.690
           510.090
PB
              619.998
           677.660
PE
           1.377.490
        1.505.600
AL
              463.901
           507.040
SE
              295.786
           323.300
BA
           2.219.606
        2.426.030
NORDESTE
           8.102.948
        8.856.530
MG
           3.124.958
        3.415.580
ES
              520.917
           569.360
RJ
           2.742.745
        2.997.820
SP
           6.711.988
        7.336.200
SUDESTE
          13.100.608
       14.318.960
PR
           1.663.306
        1.817.990
SC
              909.915
           994.540
RS
           1.905.048
        2.082.220
SUL
           4.478.269
        4.894.750
MS
              421.878
           461.110
MT
              428.440
           468.280
GO
              827.698
           904.670
DF
              323.430
           353.510
C.OESTE
           2.001.446
        2.187.570
Brasil
          29.929.043
       32.712.440

Por Rafaela Ribeiro, da Agência Saúde - Ascom/ MS


Fonte:
http://www.abril.com.br/noticias/comportamento/desvende-mitos-vacina-gripe-h1n1-atrapalham-prevencao-

561954.shtmlhttp://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfmpg=dspDetalheNoticia&id_area=124&CO_NOTICIA=12299

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ler faz bem à saúde !!!


A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Segundo Angela Kleiman, a leitura precisa permitir que o leitor apreenda o sentido do texto, não podendo transformar-se em mera decifração de signos linguísticos sem a compreensão semântica dos mesmos.
Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Logo, percebemos que a leitura é um processo interativo.
Quando citamos a necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Conforme afirma Leonardo Boff,
cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre um releitura. [...] Sendo assim, fica evidente que cada leitor é co-autor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Isso é o que afirma Roland Barthes, quando compara o leitor a uma aranha:
[...] o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.
Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquimirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas.
Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.
Há entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.

Fontes:
http://www.colegiosantamaria.com.br/santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2
http://jornalgospelnews.com.br/wp-content/uploads/2011/02/266x220-20110225145949-bible.jpg

Esporte, atividade física, a palavra de ordem é MOVIMENTO.



A prática regular de atividade física sempre esteve ligada à imagem de pessoas saudáveis. Antigamente, existiam duas idéias que tentavam explicar a associação entre o exercício e a saúde: a primeira defendia que alguns indivíduos apresentavam uma predisposição genética á prática de exercício físico, já que possuíam boa saúde, vigor físico e disposição mental; a outra proposta dizia que a atividade física, na verdade, representava um estímulo ambiental responsável pela ausência de doenças, saúde mental e boa aptidão física. Hoje em dia sabe-se que os dois conceitos são importantes e se relacionam."
Mas o que é atividade física? De acordo com Marcello Montti, atividade física é definida como um conjunto de ações que um indivíduo ou grupo de pessoas pratica envolvendo gasto de energia e alterações do organismo, por meio de exercícios que envolvam movimentos corporais, com aplicação de uma ou mais aptidões físicas, além de atividades mental e social, de modo que terá como resultados os benefícios à saúde.
No Brasil, o sedentarismo é um problema que vem assumindo grande importância. As pesquisas mostram que a população atual gasta bem menos calorias por dia, do que gastava há 100 anos, o que explica porque o sedentarismo afetaria aproximadamente 70% da população brasileira, mais do que a obesidade, a hipertensão, o tabagismo, o diabetes e o colesterol alto. O estilo de vida atual pode ser responsabilizado por 54% do risco de morte por infarto e por 50% do risco de morte por derrame cerebral, as principais causas de morte em nosso país. Assim, vemos como a atividade física é assunto de saúde pública.

Na grande maioria dos países em desenvolvimento, grupo do qual faz parte o Brasil, mais de 60% dos adultos que vivem em áreas urbanas não praticam um nível adequado de exercício físico. Esse problema fica mais claro quando levamos em conta os dados do censo de 2000, que mostram que 80% da população brasileira vive nas cidades.
Os indivíduos mais sujeitos ao sedentarismo são: mulheres, idosos, pessoas de nível sócio-econômico mais baixo e os indivíduos incapacitados. Observou-se que as pessoas reduzem, gradativamente, o nível de atividade física, a partir da adolescência.
Em todo o mundo observa-se um aumento da obesidade, o que se relaciona pelo menos em parte à falta da prática de atividades físicas. É o famoso estilo de vida moderno, no qual a maior parte do tempo livre é passado assistindo televisão, usando computadores, jogando videogames, etc.

A prática regular de exercícios físicos acompanha-se de benefícios que se manifestam sob todos os aspectos do organismo. Do ponto de vista músculo-esquelético, auxilia na melhora da força e do tônus muscular e da flexibilidade, fortalecimento dos ossos e das articulações. No caso de crianças, pode ajudar no desenvolvimento das habilidades psicomotoras.
Com relação à saúde física, observamos perda de peso e da porcentagem de gordura corporal, redução da pressão arterial em repouso, melhora do diabetes, diminuição do colesterol total e aumento do HDL-colesterol (o "colesterol bom"). Todos esses benefícios auxiliam na prevenção e no controle de doenças, sendo importantes para a redução da mortalidade associada a elas. Veja, a pessoa que deixa de ser sedentária e passa a ser um pouco mais ativa diminui o risco de morte por doenças do coração em 40%! Isso mostra que uma pequena mudança nos hábitos de vida é capaz de provocar uma grande melhora na saúde e na qualidade de vida.
Já no campo da saúde mental, a prática de exercícios ajuda na regulação das substâncias relacionadas ao sistema nervoso, melhora o fluxo de sangue para o cérebro, ajuda na capacidade de lidar com problemas e com o estresse. Além disso, auxilia também na manutenção da abstinência de drogas e na recuperação da auto-estima. Há redução da ansiedade e do estresse, ajudando no tratamento da depressão.
A atividade física pode também exercer efeitos no convívio social do indivíduo, tanto no ambiente de trabalho quanto no familiar.
Interessante notar que quanto maior o gasto de energia, em atividades físicas habituais, maiores serão os benefícios para a saúde. Porém, as maiores diferenças na incidência de doenças ocorrem entre os indivíduos sedentários e os pouco ativos. Entre os últimos e aqueles que se exercitam mais, a diferença não é tão grande. Assim, não é necessária a prática intensa de atividade física para que se garanta seus benefícios para a saúde. O mínimo de atividade física necessária para que se alcance esse objetivo é de mais ou menos 200Kcal/dia. Dessa forma, atividades que consomem mais energia podem ser realizadas por menos tempo e com menor freqüência, enquanto aquelas com menor gasto devem ser realizadas por mais tempo e/ou mais freqüentes.

A escolha é feita individualmente, levando-se em conta os seguintes fatores:
Preferência pessoal: o benefício da atividade só é conseguido com a prática regular da mesma, e a continuidade depende do prazer que a pessoa sente em realizá-la. Assim, não adianta indicar uma atividade que a pessoa não se sinta bem praticando.
Aptidão necessária: algumas atividades dependem de habilidades específicas. Para conseguir realizar atividades mais exigentes, a pessoa deve seguir um programa de condicionamento gradual, começando de atividades mais leves.
Risco associado à atividade: alguns tipos de exercícios podem associar-se a alguns tipos de lesão, em determinados indivíduos que já são predispostos.

Nesses grupos, além de ser importante na aquisição de habilidades psicomotoras, a atividade física é importante para o desenvolvimento intelectual, favorecendo um melhor desempenho escolar e também melhor convívio social. A prática regular de exercícios pode funcionar como uma via de escape para a energia "extra normal" das crianças, ou seja, sua hiperatividade.

A falta de aptidão física e a capacidade funcional pobre são umas das principais causas de baixa qualidade de vida, nos idosos. Com o avanço da idade, há uma redução da capacidade cardiovascular, da massa muscular, da força e flexibilidade musculares, sendo que esses efeitos são exacerbados pela falta de exercício.
Está mais do que comprovado que os idosos obtém benefícios da prática de atividade física regular tanto quanto os jovens. Ela promove mudanças corporais, melhora a auto-estima, a autoconfiança e a afetividade, aumentando a socialização.
Antes do início da prática de exercícios, o idoso deve passar por uma avaliação médica cuidadosa e realização de exames. Isso permitirá ao médico indicar a melhor atividade, que pode incluir: caminhada, exercício em bicicleta ergométrica, natação, hidroginástica e musculação.
Algumas recomendações são importantes, e valem também para as outras faixas etárias:
• Uso de roupas e calçados adequados.
• Ingestão de grandes quantidades de líquidos, antes do exercício.
• Praticar atividades apenas quando estiver se sentindo bem.
• Iniciar as atividades lenta e gradualmente.
• Evitar o cigarro e medicamentos para dormir.
• Alimentar-se até duas horas antes do exercício.
• Respeitar seus limites pessoais.
• Informar qualquer sintoma.

É necessário a todas as gestantes um trabalho corporal a cada trimestre da gestação, para facilitar a adequação às alterações que ocorrem nesse período. Uma melhor capacidade cardiorrespiratória facilita a realização das atividades domésticas; uma melhoria das condições musculares e esqueléticas ajuda na adaptação às mudanças posturais e no trabalho de parto. Além disso, é de extrema importância a auto-estima, a convivência com outras gestantes e os sentimentos de segurança e de felicidade.
Os exercícios de ginástica garantem fortalecimento muscular, protegendo assim as articulações e reduzindo o risco de lesões. Ajudam também na oxigenação, na circulação e no controle da respiração. Já os exercícios desenvolvidos na água favorecem o relaxamento corporal, reduzem as dores nas pernas e o inchaço dos pés e mãos.
Antes do início dos exercícios, a gestante deve passar por consulta de pré-natal para ser avaliada pelo obstetra. Após a realização dos exames ele poderá liberar ou não a prática de exercícios. As mulheres que já praticavam atividade física e que nunca sofreram aborto espontâneo, podem continuar as atividades após adaptação para seu novo estado. Já aquelas sedentárias devem iniciar os exercícios após a décima segunda semana de gestação. Não havendo problemas, os exercícios podem ser continuados até o parto, embora seja necessário reduzir a intensidade aos poucos. Após o parto normal, as atividades podem ser retomadas após 40 dias. No caso de cesárea, o médico avalia cada caso.
As atividades físicas mais recomendadas às mulheres grávidas são:
Caminhada: é muito bom para a preparação para o parto, já que melhora a capacidade cardiorrespiratória e favorece o encaixe do bebê na bacia da mãe. O ideal é caminhar 3 vezes por semana, cerca de 30 minutos.
Natação: trabalha bastante a musculatura. Atenção: apenas algumas modalidades são liberadas durante a gestação.
Hidroginástica: são os mais indicados para as gestantes!
Alongamento: ajuda a manter a musculatura relaxada e o controle da respiração.

Para finalizar devemos ressaltar que a prática de atividade física deve ser sempre indicada e acompanhada por profissional qualificado, incluindo médicos, fisioterapeutas e profissionais de educação física. Caso sinta algo diferente é mandatório informar ao responsável. Outro ponto importante, que não deve ser esquecido, é a adoção de uma alimentação saudável, rica em frutas, legumes, verduras e fibras. Prefira o consumo de carnes grelhadas ou preparadas com pouca gordura. Evite o consumo excessivo de doces, comidas congeladas e os famosos lanches de "fast-foods". E lembre-se: beba muito líquido (de preferência água e sucos naturais).
A atividade física consiste em exercícios bem planejados e bem estruturados, realizados repetitivamente. Eles conferem benefícios aos praticantes e têm seus riscos minimizados através de orientação e controle adequados. Esses exercícios regulares aumentam a longevidade, melhoram o nível de energia, a disposição e a saúde de um modo geral. Afetam de maneira positiva o desempenho intelectual, o raciocínio, a velocidade de reação, o convívio social. O que isso quer dizer? Há uma melhora significativa da sua qualidade de vida!
O que precisamos ressaltar é o investimento contínuo no futuro, a partir do qual as pessoas devem buscar formas de se tornarem mais ativas no seu dia-a-dia, como subir escadas, sair para dançar, praticar atividades como jardinagem, lavagem do carro, passeios no parque. A palavra de ordem é MOVIMENTO.









Lavagem Básica das Mãos

Lavagem das mãos

 

As mãos devem ser lavadas antes e após todo e qualquer procedimento. É a lavagem das mãos o cuidado que evita infecção cruzada, ou seja, a veiculação de microorganismos:

- de um paciente para o outro;
- de um paciente para o profissional;
- de utensílios permanentes para o profissional ou para o paciente ( camas, telefone, etc);
Podemos citas que a lavagem das mãos tem por finalidade:
- diminuir o número de microorganismos;
- eliminar sujidades, substâncias tóxicas e medicamentosas;
- evitar disseminação de doenças;
- proteger a saúde do profissional.
Técnica
Material:
- sabão de preferência líquido
- toalha de papel.
1- abrir a torneira;
2- molhar as mãos;
3- passar o sabão;
4- friccionar bem;
5- passar as mãos ensaboadas na torneira;
6- conservá-la aberta;
7- proceder assim:
- palma com palma;
- palma no dorso (incluso entre os dedos);
- dorso na palma (incluso entre os dedos);
- ponta dos dedos em concha e vice-versa;
- polegares;
- costas das mãos;
- unhas;
8- enxaguar;
9- com as mãos em concha, jogar água na torneira;
10- pegar o papel toalha;
11- secar as mãos;
12- com o papel, secar a torneira e fechá-la.


Fonte:
http://www.soenfermagem.net/lavagem.html

sábado, 30 de abril de 2011

Bebeu água? Tá com sede?

A IMPORTANCIA DA ÁGUA PARA A SAÚDE




A água tem importância vital para o ser humano.
Constitui a solução fundamental para a vida: oferece o meio no qual ocorrem os processos metabólicos celulares e participa como substrato de várias reações orgânicas; é essencial para os processos de digestão, absorção, circulação e excreção que ocorrem no organismo; constitui o meio de transporte de nutrientes para as células e de metabólitos destas para a excreção; participa diretamente da regulação da temperatura corpórea e auxilia todos os órgãos a funcionarem adequadamente.

A ÁGUA NO ORGANISMO
A água se distribui no organismo humano em dois compartimentos, compondo os líquidos intracelular (lic)(água contida nas células) e extracelular(lec) (água contida no plasma, linfa e secreções e ainda a água intercelular, que está ao redor das células). A água no lic provê o meio no qual as reações bioquímicas acontecem , possibilitando a organização metabólica responsável pela vida; sua variação para mais ou para menos afeta a fluidez dessas reações e, portanto, a saúde do indivíduo. A água do lec une as células entre si, com seus sistemas orgânicos e com seu ambiente exterior, suprindo-as de substâncias nutritivas, energéticas, plásticas, vitais, e recolhendo seus resíduos finais metabólicos, conduzindo-os para o exterior. Lubrifica e permite o funcionamento normal das partes móveis do organismo, participa da manutenção do equilíbrio ácido - base do organismo e é fundamental na regulação a temperatura corpórea.

A porcentagem de água que constitui o organismo varia entre os indivíduos e a água total corpórea diminui com a idade. As células metabolicamente ativas dos músculos e vísceras têm a mais alta concentração de água e as do esqueleto, a mais baixa. Assim, crianças e adolescentes tem uma maior porcentagem de água corpórea do que adultos; atletas, maior do que não atletas.
O conteúdo total de água no corpo de um adulto corresponde a 60 - 65 % do peso corpóreo; já as crianças possuem cerca de 80% do peso corpóreo constituído de água (nos recém - nascidos, essa porcentagem pode ser ainda maior); os idosos apresentam de 40 a 50% do peso corpóreo constituído por água.

PERDA DE ÁGUA
Diariamente, o organismo elimina por volta de 2300ml de água, em condições normais: 700 ml pela eliminação insensível (pele e trato respiratório), 100 ml através da sudorese, 100 ml através das fezes e 1400 ml através da urina.
A quantidade de líquido perdido através da sudorese é altamente variável, dependendo da atividade física praticada e da temperatura do ambiente. Em um dia quente, essa perda pode chegar a 1400ml e com exercício intenso prolongado, pode chegar a 5000 ml.
A perda através das fezes geralmente é pequena, porém essa quantidade pode aumentar e chegar a vários litros por dia em indivíduos com diarréia, que pode ser fatal, especialmente em crianças, se não for corrigida a tempo.

Quando o consumo de água é insuficiente ou a perda de água é excessiva, os rins compensam conservando água e excretando uma urina mais concentrada; em um dia quente, a produção de urina pode diminuir para 1200 ml e para uma pessoa desidratada ou praticante de atividade intensa e prolongada (sem a devida recuperação) pode ser de apenas 500 ml/dia.

O organismo não possui mecanismo para o armazenamento de água. Por isso, a quantidade perdida a cada dia deve ser restituída para manter a saúde e a eficiência do organismo. A ausência de água possui um efeito mais intenso sobre a capacidade do organismo em exercer uma tarefa qualquer do que a falta de alimento sólido. É possível sobreviver sem alimentos durante vária semanas, mas apenas um período de 2 a 3 dias com privação de água (e sem alimentos também - ver no texto abaixo).

Uma redução entre 4 a 5% da água corpórea reduz de 20 a 30% a capacidade de trabalho dos órgãos e sistemas e também provoca uma diminuição do desempenho físico, entre outros problemas; uma perda de 20% pode ser fatal.

QUEM PERDE MAIS ÁGUA
Crianças, idosos e obesos são particularmente vulneráveis às perdas de água. As crianças possuem uma maior porcentagem de água corpórea e uma maior superfície corporal por unidade de peso do que os adultos; a participação da água como fração do peso corpóreo no obeso é muito menor do que nos magros (apenas 25 a 30% do peso corpóreo) , já que o tecido adiposo contém pequena quantidade de água então, o balanço hídrico é menos estável nos obesos quando se comparam perdas semelhantes de líquidos com magros. Os obesos têm menor quantidade de água disponível para suprir eventuais necessidades geradas por perdas do que os magros ( obs: veja o risco de promover o emagrecimento de obesos usando diuréticos); os idosos, além de serem considerados desidratados crônicos, apresentam uma capacidade diminuída dos mecanismos que regulam a homeostase do organismo (mecanismos renais, glandulares, etc.) e também do mecanismo de regulação e percepção da sede. Por isso pequenas perdas podem representar um grande risco.

AS NOSSAS FONTES DE ÁGUA
A água do corpo tem como fontes principais (1) os líquidos que são ingeridos, (2) a água contida nos alimentos e (3) água decorrente da oxidação metabólica. O conteúdo hídrico dos alimentos é variável. A carne contém de 50 a 75% de água e os vegetais verdes podem chegar a 95% de água. Uma dieta comum, variada, fornece por volta de 1000 ml de água.

Com o processo da oxidação, os alimentos são capazes de fornecer ainda um volume adicional aproximado de 300 ml de água (1g de proteína = 0,41 ml; 1g de gordura = 1,07 ml e 1 g de carboidrato = 0,55 ml de água com a oxidação).

Para alcançar a quantidade de água que deve ser ingerida ao dia (para ao menos repor o que é perdido), deve-se lançar mão da ingestão de líquidos, principalmente água.

Quanto maior a atividade física realizada, e/ou maior a temperatura do ambiente tanto maior deve ser a quantidade de água ingerida. Uma recomendação diária adequada para adultos, na maioria dos casos, é de 2,5 litros (35ml/kg peso), para crianças, de 50 a 60 ml/kg e para bebês 150ml/kg de peso corpóreo.

Recomendação:
• Adulto: 2,5 l /dia ou 35 ml / kg de peso / dia
• Crianças: 55 ml / kg de peso /dia
• Bebês: 150 ml / kg de peso/ dia

CALCULE VOCÊ MESMO !!!
LEMBRE-SE: Quanto maior a atividade física realizada, e/ou maior a temperatura do ambiente tanto maior deve ser a quantidade de água ingerida. Líquidos são fundamentais para evitar a desidratação. Durante o evento deve-se consumir grandes quantidades de líquidos, em média 200 ml a cada 20 minutos.

Fontes: